Fernando Collor acusa procurador-geral da República de cometer vários crimes
Primeiro a discursar em Plenário nesta segunda-feira
(27), o senador Fernando Collor (PTB-AL) voltou a dirigir críticas ao
desempenho de Roberto Gurgel no cargo de procurador-geral da República. O
senador acusou o chefe do Ministério Público da União de cometer
diversos crimes e irregularidades: prevaricação, improbidade
administrativa, crime de responsabilidade e chantagem.
Segundo Collor, Roberto Gurgel (no detalhe)
prevaricou por ter demorado mais de dois anos para adotar qualquer
medida em relação à operação Vegas, da Polícia Federal, anterior à
operação Monte Carlo e também voltada às ações de Carlos Augusto Ramos, o
Carlinhos Cachoeira. Para o senador, a falta de ação de Gurgel
favoreceu a organização criminosa comandada por Cachoeira, que continuou
em ação, e influenciou o resultado das eleições gerais de 2010 no
estado de Goiás, nas quais Marconi Perillo (PSDB) foi reeleito
governador.
- Conforme reconheceu, em depoimento na CPI no dia 12 de junho deste
ano, o próprio governador Marconi Perillo, ao ser questionado exatamente
sobre essa possibilidade. Ele disse: “Sim, se essa operação tivesse
sido desvelada antes das eleições, o resultado em Goiás das eleições em
2010 teriam sido diferentes” – relatou Collor.









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