quinta-feira, 3 de maio de 2012

EU AUMENTO, MAS NÃO AMAMENTO

Fora de época
Primeiro foram os carnavais fora de época, promovidos por trambiqueiros ávidos por dinheiro de foliões idiotas. Depois surgiram os aniversários, igualmente fora de época, inventados por figurinhas carimbadas do chamado soçaite, que viram nessas promoções um meio de encher o bolso de dinheiro e explorar a vaidade dos fúteis que dão a vida por um retrato no jornal. Agora chega o candidato fora de época, num frontal desrespeito a lei eleitoral, que a tudo assiste inerte, inerme e impassível.
Cabra macho
É assim que seria chamado o candidato do   povo de Alexandria  que pegasse o microfone da rádio cidadania e dissesse as verdadeiras intenções  dos abutres que se alimentam das necessidades dos humildes,  um cabra macho que falasse que os pré candidatos da cidade e todas as corjas ascendentes e descentes  são os maiores mentirosos e farsantes  do sertão. Magote de anfíbios.
 Na mídia
Agora virou moda candidato a cargo majoritário contratar marketeiro para fazer sua imagem cheia de ilusões e de mentiras, para ver se consegue o voto dos incautos. O povão se ilude, vota no engomado e quando ele ganha dá uma dedada no eleitor.

 Filho da terra
Propaganda pregada no vidro do carro conclama Alexandria  a votar num filho da terra, como se os filhos de Alexandria  que governaram o município fossem alguma referência. Segundo a história, os piores prefeitos de Alexandria  foram exatamente paridos na sombra da barriguda.

 Só o voto
Os figurões da nossa política dão um valor danado ao eleitor pobre, mas depois de eleitos só prestam atenção nos que vivem ao redor de seus enxovais. Todos sem exceção, sem tirar nem por, sem se salvar uma alma, tudo farinha do mesmo saco.
Vão chupar prego pra ver se sai leite, vocês deveriam estarem todos presos pro falsidade ideológica.

Um comentário:

Anônimo disse...

gostei da postagem, foi bastante contundente e reflexiva.

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