Faxina à Dilma: salvaram-se todos, só falta o PR
A “faxina” ministerial de Dilma Rousseff
tornou-se uma história fantástica, passada num governo imaginário. Uma história
bem brasileira. Todos os partidos que contribuíram para a formação do monturo
retomaram os postos: o PT na Casa Civil, o PMDB no Turismo e na Agricultura,
o PCdoB nos Esportes, o PP nas Cidades e o PDT no Trabalho. Falta apenas a
devolução dos Transportes ao PR.
Incomodado com o papel de exceção a que sua
legenda foi condenada, uma liderança do PR cogita recorrer ao que chama de
“tática do chiqueiro aberto”. Consiste no seguinte: “Vamos comprar uns
porcos e segui-los dia e noite. Na pior das hipóteses, a presidente vai
notá-los. Na melhor, vai jogar pérolas pra eles. Jogou pros outros, por que não
jogaria pros nossos?”
Beleza. Mas a aversão de Dilma à tribo dos
peérres talvez leve a presidente a indagar: por que gastar dinheiro comprando
porcos? É desnecessário. Neste final de semana, uma novidade tornou ainda mais
fantástica a história da “faxina”. Descobriu-se que, nos Transportes, Dilma pode
ter usado, inadvertidamente, detergente da marca Cachoeira.










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