Um amigo meu, de JÉRICÓ, me contou que, naquela cidade, havia um rapaz muito bacana que era muito mais conhecido pelo apelido de "Priquitin". E o pai de Priquitin não sabia desta desgraça de apelido do filho.
Na vez que, no domingo após a missa, Priquitin sentou com a família na calçada em frente de sua residência foi que o pai soube do apelido.
Os amigos e vizinhos passavam e cumprimentavam a família e o rapaz: "-Boa noite. E aí, Priquitin?"
Foi tanto "Fala, Priquitin" e "Tudo bem, Priquitin?", que o pai cheio de carranca paraibana se levantou e dirigiu-se ao filho: "- Se levante e vá pra dentro de casa. Quem tem um apelido desse não pode sentar com a família, não".
E qual a razão desta estória?
Uma amiga minha, de João Pessoa, tem problema semelhante, só que com o seu cachorrinho.
O pequeno animal tem um sinal de nascença. Seu nome é Dino, mas todo mundo só quer chamá-lo de
CARÁI
A dona, com desgosto e vergonha, não quer ficar mais com o pobre cachorro e resolveu doá-lo. Quem se habilita a adotar o Carái?










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