A jornalista Pâmela Bório, primeira dama do Estado,
postou no seu facebook uma nota denunciando o que classificou de
mentiras veiculadas pela revista Isto É. Falou de sua vida de jornalista
e acunhou na revista, a qual classificou como leviana. Leia:
Considero grave o fato de um veículo, que se pretende idôneo,
apresentar texto baseado em apuração leviana e deficiente, no mínimo dos
males. O desacato, portanto, não se restringe a minha pessoa, mas se
estende ao público por macular o direito ao acesso à informação
verdadeira, garantido pela Constituição Brasileira.
A CRITÍCA
o contrário de muitos profissionais da mídia e veículos prostituídos,
desenvolvo um jornalismo consciente e independente. Nunca trabalhei com
política, assessoria ou com gestão pública, mas tenho noção do que é uma
administração correta e voltada para as necessidades da população pelo
testemunho de ações do atual governo e de outros gestores competentes e
sérios. Matérias encomendadas pela oposição não surtem efeito quando
fatos se sobrepõem às inverdades.
FUNDAMENTAÇÃO
Declaro com total convicção a mentira de que promovo "festanças" na
Granja assim como também são mentiras as alegações de que disponho do
dinheiro público. Ora, primeira-dama não tem poder de ordenamento de
despesas, fato ocultado pela ignorância ou maldade da jornalista da
IstoÉ. Se não sabe, cara colega (chamo-a assim, pois imagino que deve
ter formação para executar o trabalho na revista), primeira-dama não é
cargo, é apenas uma função, com prazo e limites definidos.
Não recebo qualquer remuneração por ser primeira-dama, tampouco possuo cartão corporativo.
Não recebo qualquer remuneração por ser primeira-dama, tampouco possuo cartão corporativo.










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