“Pombo Correio”, do baiano Moraes Moreira, acabara de
estourar nas paradas de sucesso, a ave levando no bico um recado para o amor de
cada um.
Alexandria , ainda
imaculada, sem ser molestada pelas bandas de plástico atuais, fazia o carnaval no mercado
com fantasias e blocos, destaque para os
ki -cachaça, vem ki tem, me
segura se eu caio, fuxico, e tantos
outros blocos tradicionais. Nos bailes dos clubes, o folião era a estrela que brilhava e se
esbaldava ao som da orquestra JOÃO DE ORESTES.
Quando se aproximava esse período o folião ia ficando taludo
e se preparava para acompanhar seu bloco
e paquerar com as mocinhas mais novas
dos outros blocos.
O maizena e as mascaras eram as mais diversificadas e o divertimento
só acabava na quarta feira de cinzas, ( com a musica "ô quarta feira ingrata") pura nostálgia antecipada.
O dinheiro era escasso mais o divertimento foi sempre a marca registrada.
Com os absurdos cobrados pelas bandas de plásticos que
sangram as prefeituras e gera corrupção, o correto é mergulhar no frevo e
retornar as origem com um carnaval mais
barato e mais eficaz.
o carnaval mais de rua, à moda antiga, com o resgate de tradições
como caretas e apoio aos blocos antigos, que não tenham finalidade
lucrativa.









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