Dedo em cruz
O prefeito Ney Moacir está encontrando certa dificuldade de
locomoção em ALEXANDRIA, por causa dos eleitores que o peitam cobrando a
promessa de emprego feita durante a campanha. NEY pedia o voto em
troca do emprego e jurava, com os dedos em cruz, que cumpriria a
promessa.
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Olha o culpado!
O paraibano Burity dizia que o único governador a não falar mal do antecessor foi
Tomé de Souza, por ser o primeiro. Os demais falam e esbaldam, como
está falando o prefeito de ALEXANDRIA, apontando ALBERTO como o
provocador do caos na cidade.
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Olha o inocente!
Mas
parece que ALBERTO não está aceitando a acusação de forma pacífica. Em
seu discurso de saida acusou o atual prefeito NEY MOACIR de mandar
surrupiar a prefeitura, inclusive de mandar botar açucar nos motores dos
carros, de levar equipamentos do hotel Alexandria.
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E haja estrada!
E
o prefeito de ALEXANDRIA continua abrindo alas na estrada
Alexandria-Natal e
fazendo o que fez em administração anteriores. com apenas 10 dias de
mandato o gestor já passou varios na Capital. A população,
apreensiva, quer saber se sua presença na cidade vai ser nos dias
10,20 e 30 como em outrora. governar por telefone não dá!
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Dinheiro sobrando
O
SAAE, Serviço Autônomo de Àgua e Esgoto, está com sua conta aborrottada
de dinheiro, repetindo o que aconteceu em 2000 quando recebeu a
autarquia com R$380.000 aproximedamente, depois de abrir uma sindicância
e demitir o diretor JOSÉ PEREIRA, agora novamente recebe a empresa com
aproximadamente R$ 230.000. Resta saber se o dinheiro vai fazer parte
do número de mágica como aconteceu com os R$380.000 que sumiu sem deixar vestigios.
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Vendendo o que não compra
O
SAAE que coloca água nas torneiras dos alexandrienses apenas dois dias
semananais, cobra uma taxa integral de superior a R$ 22,00 Além do ar
que vendido aos populares a empresa não compra o precioso liquido e não
realiza trabalho de esgotamento. Com uma arrecadação superior aos R$
100.000 a maior empresa do altoeste potiguar. os redimentos não são
traduzidos em equipamentos estruturante para a autarquia, como
escavadeira, caminões, blocas, etc.
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Aumentos do subsídios dos vereadores
Sendo votado em data anterior às eleições o ato seria, assim,
revestido de moralidade, imparcialidade e impessoalidade e não de vícios
de legislação em causa própria.
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Ignorando a lei
Então, os atos das Câmaras Municipais que majoraram os subsídios dos
vereadores em data posterior às eleições municipais são nulos de pleno
direito. A impetração de ações civis públicas podem torná-los sem efeito.









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