Bombinha de nada
Da Coluna de Cláudio Humberto

Corria o sombrio 1º de abril de 1964 quando um homem simples, carregando uma caixa, dirigia-se à rua do Príncipe, onde ficava o então IV Exército, no Recife. Um soldado armado de fuzil gritou “alto!”. Assustado, o homem passou a gritar, enquanto era preso:
- É uma d’água! É uma d’água!
O engano seria desfeito horas depois, quando um capitão o interrogou:
- Afinal, o que é “uma d’água”?
- Meu capitão, eu sou encanador e estou levando uma bomba d’água
na caixa. Se eu dissesse que era uma bomba d’água, os seus soldados iam
me trazer aqui vivo para conversar com o senhor?









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