O projeto já foi ao Senado e foi votado, em caráter conclusivo na CCJ. Se não houver recurso para votação em plenário, seguirá à sanção presidencial.
Apresentado em 1999, pelo deputado então deputado Barbosa Neto (PMDB-GO), o projeto dizia apenas que as etiquetas de peças íntimas deveriam conter alertas para que homens e mulheres fizessem exames preventivos. E que a regulamentação seria feita pelo poder Executivo em 90 dias.









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