O "Estadão" conta hoje que obteve documentos de uma corte na Suíça que confirmariam que cartolas da Fifa, incluindo os brasileiros João Havelange (ex-presidente da Fifa) e Ricardo Texeira (presidente da CBF desde 1989), teriam recebido subornos na década de 90. A investigação da Suíça fala de possíveis propinas que chegariam a US$ 100 milhões. Mas como na época o país europeu não considerava que suborno fosse crime, tudo acabou em um acordo cível, com o pagamento de US$ 5,5 milhões e com todos negando "responsabilidade criminal". E, para piorar, a notícia vazou bem quando a Copa é nossa, mas os estádios ainda não.









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