“Não voltamos de jeito nenhum até o Governo aceitar nossas propostas”, disse o diretor do Sintep, Carlos Belarmino.
O secretário disse, porém, que o retorno às salas de aulas foi sinalizado em rodadas de negociações realizadas ontem.
“O governo não está sendo radical nem intransigente – cumprimos nossa parte e flexibilizaremos desde que retornem às salas de aulas”, disse Scocuglia, endossando determinação do governador Ricardo Coutinho, de que só abrirá diálogo com os docentes com o fim da greve.
Até quinta-feira
Os professores redigiram documento com cinco pontos de reivindicações. O principal deles é a implantação do piso nacional do magistério.
Os professores redigiram documento com cinco pontos de reivindicações. O principal deles é a implantação do piso nacional do magistério.
De acordo com os sindicalistas, o governo criou artifícios – a exemplo da bolsa desempenho, de R$ 230 – para tentar atingir o piso.
Eles querem que o valor seja implantado na forma de vencimento, não de gratificação.
Scocuglia insiste, porém, que o governo garantiu salário acima do piso nacional. E voltou a mencionar que o menor salário pago aos professores paraibanos será de R$ 1.150.
Mais reivindicações
Outro ponto solicitado é o retorno da Caged, a gratificação de estímulo à docência, cortada em decreto publicado semana passada no Diário Oficial do Estado. A gratificação corresponde a 40% dos salários.










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