"Um dia aquela escola iria cair". Essa é a opinião do presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea/ RN), Adalberto Pessoa de Carvalho, após o parecer técnico que o órgão fez na sala de aula que desabou no município de São Tomé, semana passada, indicar que a construção não tem fundação. Além disso, não há registros no conselho sobre o engenheiro responsável pela obra. O documento foi entregue à prefeitura local e ao Ministério Público ainda na sexta-feira passada. O prefeito da cidade, Antiomar Pereira da Silva, garante que a edificação será refeita.
O parecer foi elaborado após uma vistoria feita na quarta-feira passada na Escola Municipal Euzébio Fernandes Bezerra, onde houve o acidente. Segundo Adalberto Pessoa, o documento relata que a sala de aula que desmoronou, bem como uma vizinha a essa, ambas construídas há 15 anos, não têm estrutura de fundação. "Não existe nem mesmo uma pedra por debaixo da alvenaria do piso. É um absurdo. Não se constrói um prédio sem lançar o fundamento, senão ele está fadado a desabar algum dia".
O presidente do Crea/RN afirma, porém, que essa não foi a causa do desabamento. "Uma outra sala estava sendo construída junto a essa que caiu. A empresa que realizava a obra fez as escavações para lançar as fundações para essa nova estrutura. No dia do acidente, um pedreiro abria um buraco numa parede ligada à da sala com estrutura frágil, o que acabou por fazer com que ela desabasse".
Memória
Na manhã de terça-feira da semana passada, desabaram as paredes e o teto da sala do 4º ano da Escola Municipal Euzébio Fernandes Bezerra, em São Tomé. Ao todo, 29 crianças estavam tendo aula no momento do acidente. Um grupo de 10 delas, além da professora, tiveram ferimentos leves. O Corpo de Bombeiros enviou uma equipe ao local, que interditou a sala desmoronada e outra vizinha a essa. A escola está com suas atividades paralizadas e os estudantes foram transferidos para outras unidades de ensino do município.
O parecer foi elaborado após uma vistoria feita na quarta-feira passada na Escola Municipal Euzébio Fernandes Bezerra, onde houve o acidente. Segundo Adalberto Pessoa, o documento relata que a sala de aula que desmoronou, bem como uma vizinha a essa, ambas construídas há 15 anos, não têm estrutura de fundação. "Não existe nem mesmo uma pedra por debaixo da alvenaria do piso. É um absurdo. Não se constrói um prédio sem lançar o fundamento, senão ele está fadado a desabar algum dia".
O presidente do Crea/RN afirma, porém, que essa não foi a causa do desabamento. "Uma outra sala estava sendo construída junto a essa que caiu. A empresa que realizava a obra fez as escavações para lançar as fundações para essa nova estrutura. No dia do acidente, um pedreiro abria um buraco numa parede ligada à da sala com estrutura frágil, o que acabou por fazer com que ela desabasse".
Memória
Na manhã de terça-feira da semana passada, desabaram as paredes e o teto da sala do 4º ano da Escola Municipal Euzébio Fernandes Bezerra, em São Tomé. Ao todo, 29 crianças estavam tendo aula no momento do acidente. Um grupo de 10 delas, além da professora, tiveram ferimentos leves. O Corpo de Bombeiros enviou uma equipe ao local, que interditou a sala desmoronada e outra vizinha a essa. A escola está com suas atividades paralizadas e os estudantes foram transferidos para outras unidades de ensino do município.
Prefeito procura engenheiro da construção
Diante do resultado do parecer, Adalberto Pessoa enviou o documento para a prefeitura, exigindo que essa apresentasse o engenheiro responsável pela construção da sala desmoronada, uma vez que não há registros da obra no Crea. Além disso, o órgão sugere que toda a estrutura seja refeita, desde as bases para a fundação, tanto da sala que caiu quanto a vizinha, também comprometida. O parecer também foi enviado ao MP para que sejam tomadas providências legais sobre o fato. "É a promotoria legal que pode exigir uma vistoria judicial mais apurada sobre as responsabilidades do acidente", diz o presidente do Crea.
O prefeito de São Tomé diz ter procurado a empresa responsável pela construção da nova sala na escola e essa se prontificou a por os fundamentos nas salas comprometidas após o desabamento, sem custos adicionais ao município. Antiomar da Silva diz ainda que está sendo feita uma pesquisa nos arquivos da prefeitura para se saber quem é o engenheiro responsável pela edificação que desmoronouFONTE:Diário de natal
Diante do resultado do parecer, Adalberto Pessoa enviou o documento para a prefeitura, exigindo que essa apresentasse o engenheiro responsável pela construção da sala desmoronada, uma vez que não há registros da obra no Crea. Além disso, o órgão sugere que toda a estrutura seja refeita, desde as bases para a fundação, tanto da sala que caiu quanto a vizinha, também comprometida. O parecer também foi enviado ao MP para que sejam tomadas providências legais sobre o fato. "É a promotoria legal que pode exigir uma vistoria judicial mais apurada sobre as responsabilidades do acidente", diz o presidente do Crea.
O prefeito de São Tomé diz ter procurado a empresa responsável pela construção da nova sala na escola e essa se prontificou a por os fundamentos nas salas comprometidas após o desabamento, sem custos adicionais ao município. Antiomar da Silva diz ainda que está sendo feita uma pesquisa nos arquivos da prefeitura para se saber quem é o engenheiro responsável pela edificação que desmoronou









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