terça-feira, 29 de março de 2011

FORAGIDO DA JUSTIÇA VOLTA ASSEMBLÉIA DE ALAGOAS


FONTE: DIRETO DA FONTE

Foragido da Justiça e denunciado sob acusação de homicídio, João Beltrão (PRTB) vai ser "devolvido" à Assembleia Legislativa de Alagoas graças à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de adiar a validade da lei da Ficha Limpa para 2012. Um dos candidatos a deputado estadual mais votados de Alagoas, Beltrão havia sido barrado pela lei.
Ele foi denunciado sob acusação de ser um dos mandantes da morte de um ex-policial militar ocorrida em 1996 e teve a prisão preventiva decretada em fevereiro. O advogado de Beltrão, Gedir Campos, diz que não há nenhuma prova que relacione seu cliente ao crime.
A partir do momento em que assumir o cargo, Beltrão, 56, não pode ser preso preventivamente. Como deputado estadual, ele só poderá ser preso em flagrante. Na campanha em 2006, Beltrão, então deputado estadual, fez campanha para Fernando Collor, hoje senador pelo PTB. (Folha)

COMENTO:  Com o placar favorável á inaplicabilidade da lei de ficha limpas as eleições de 2010, eles estão de volta, Todo cenário foi arrumado para o alto escalão de políticos impedidos pela lei ficassem de fora do cenário politico brasileiro. Beltrão não é o único beneficiado, pela não implantação da lei, ele é apenas um  exemplo, para o que está acontecendo por este vasto território, vamos ter que aguentar mais alguns anos, ouvindo falar de Jader Barbalho,  Cássio Cunha lim, Ademar do castelo, etc. Tudo graças, as alquimias da legialação e as acrobácias da anterioridade das leis. 
      Casos como estes, nos reportam a uma época, em que cadeias estavam cheias de estudantes e intelectuais, não porque eram marginais, mas porque lutavam por liberdade. Há tão pouco tempo, vimos o povo brasileiro Ganhar nas ruas, o direito de escolher o nosso presidente. Hoje, como dizia Renato Russo, “NO BRASIL TUDO EM PAZ” paz que mais nos incômoda.  Finalmente, a população brasileira tem que lutar pelo avanço dessa boa lei e acabar com estes princípios de presunção, impedir que o poder econômico não subjugue o necessitado povo brasileiro nas farsas eleitorais.

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