Coluna do Cláudio Humberto
Diante das graves denúncias envolvendo o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o ex-presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) informou a esta coluna que tentará convocá-lo a prestar esclarecimentos no Senado. "A nossa intensão é chamar o Guido para explicar porque ele se omitiu na tomada de providências".
Conforme revelou nesta quinta (02) o jornal Folha de S.Paulo, o ministro recebeu um ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, alertando que as denúncias contra Denucci eram "gravíssimas" e retirando apoio à sua manutenção no cargo.
Apesar das advertências, Mantega nada fez, e só veio a demitir Denucci este ano após saber que o jornal preparava reportagem sobre a suspeita de que ele teria recebido, em contas no exterior, mais de US$ 25 milhões em propinas de fornecedores da Casa da Moeda. "As denúncias são graves e podem até originar representação no MInistéiro Publico", conclui Demóstenes.
Esse é o principal fator de desconforto da presidenta Dilma, nesta quinta-feira, e não a demissão do ministro Mário Negromonte (Cidades). Denucci, que era subordinado de Mantega, somente foi demitido depois que o ministro soube que a Folha preparava reportagem sobre as malfeitorias na Casa da Moeda. O ministro não apenas sabia das investigações da Receita Federal e da Polícia Federal, como também recebeu o ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, no qual o partido retirava seu apoio à permanência de Denucci no cargo e ainda advertia que as denúncias contra ele eram "gravíssimas", por isso considerava "indispensável" seu "pronto afastamento" do cargo.
Conforme revelou nesta quinta (02) o jornal Folha de S.Paulo, o ministro recebeu um ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, alertando que as denúncias contra Denucci eram "gravíssimas" e retirando apoio à sua manutenção no cargo.
Apesar das advertências, Mantega nada fez, e só veio a demitir Denucci este ano após saber que o jornal preparava reportagem sobre a suspeita de que ele teria recebido, em contas no exterior, mais de US$ 25 milhões em propinas de fornecedores da Casa da Moeda. "As denúncias são graves e podem até originar representação no MInistéiro Publico", conclui Demóstenes.
Esse é o principal fator de desconforto da presidenta Dilma, nesta quinta-feira, e não a demissão do ministro Mário Negromonte (Cidades). Denucci, que era subordinado de Mantega, somente foi demitido depois que o ministro soube que a Folha preparava reportagem sobre as malfeitorias na Casa da Moeda. O ministro não apenas sabia das investigações da Receita Federal e da Polícia Federal, como também recebeu o ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, no qual o partido retirava seu apoio à permanência de Denucci no cargo e ainda advertia que as denúncias contra ele eram "gravíssimas", por isso considerava "indispensável" seu "pronto afastamento" do cargo.










Nenhum comentário:
Postar um comentário