Mesmo conhecendo congressistas, é sempre surpreendente saber que numa proposta administrativa sobre gastos sejam incluídas obras sem viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Dilma, por sua vez, derrubou as emendas sem maiores preocupações com os autores.
Um belo corte pela raiz
As contradições e a astúcia de congressistas foram mais uma vez expostas na última quinta-feira, com a sanção do Plano Plurianual, o PPA. No meio do texto assinado pela presidente Dilma Rousseff estava um corte de R$ 35,7 milhões em emendas apresentadas pelos parlamentares. O que a princípio parecia algo puramente burocrático, tratava-se de decisões equivocadas dos congressistas, corrigidas no último minuto pelo Planalto. Algo que sairia caro ao contribuinte, do ponto de vista econômico e social.
As contradições e a astúcia de congressistas foram mais uma vez expostas na última quinta-feira, com a sanção do Plano Plurianual, o PPA. No meio do texto assinado pela presidente Dilma Rousseff estava um corte de R$ 35,7 milhões em emendas apresentadas pelos parlamentares. O que a princípio parecia algo puramente burocrático, tratava-se de decisões equivocadas dos congressistas, corrigidas no último minuto pelo Planalto. Algo que sairia caro ao contribuinte, do ponto de vista econômico e social.
É que o corte de Dilma atingiu parte de uma seleção de obras faraônicas, infiltradas de última hora no PPA, o plano orçamentário de longo prazo, com a previsão de gastos para quatro anos. Elas, as futuras obras, atendiam interesses políticos dos parlamentares e foram colocadas ali a partir de emendas.
Uma delas era um investimento de R$ 10 bilhões para a usina hidrelétrica do Ribeirão, no Rio Madeira (RO). A autora, Marinha Raupp (PMDB-RO), é mulher do presidente em exercício do PMDB, Valdir Raupp.
Correio Brasiliense – Nas entrelinhas :: Leonardo Cavalcanti









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