Nasce um jovem em um bairro pobre com altos índices de violência e resiste à pressão para se marginalizar. Não se torna drogado, assaltante ou auxiliar de traficante. Não se evade da escola. Estuda duro e fica sempre entre os cinco melhores alunos da classe.
Deixa a mãe feliz. Mas não terá muitas oportunidades para ganhar mais que três salários-mínimos, quando entrar no mercado de trabalho. Ele não chegará a uma boa faculdade ou sequer ao terceiro grau, pois não terá o mesmo nível educacional da classe média. E não terá acesso a quem dirige as empresas.
Não há política pública específica que o apoie por se destacar. Ele está praticamente só.
Quase não temos políticas que estimulem quem faz a coisa certa. Há muitos projetos para quem entra no desvio: o egresso da prisão, o drogado, aquele que se atrasou na escola. Está certo. Mas, se o cidadão realizou o que a sociedade esperava dele, nada.
A meritocracia é valor importante. De uma forma ou outra, é aplicada em muitas empresas. Na universidade, há poucos programas de incentivo para quem se destaca. Porém, os melhores alunos acabam nos melhores empregos. Os melhores das cidades pobres e pequenas, não.
Dizer que quem faz a coisa certa apenas cumpre com a obrigação é papo- furado. Todo o mundo precisa de reconhecimento, carinho e incentivo pelos gols marcados. Ainda que naturais.
No mundo de hoje, carente de indivíduos honestos e dedicados, repleto de frustrações com a ética, por que não incentivar quem faz a coisa certa?
O jovem de classe média alta que se destaca na escola é premiado pela família ou por cursinhos ávidos em propagandear o índice de sucesso na aprovação em faculdades de grife. Por que não dar bolsa para curso pré-vestibular aos que se destacam nas escolas públicas em regiões carentes? Por que não bancar bolsa completa para a faculdade aos primeiros colocados dessas escolas?
Deixa a mãe feliz. Mas não terá muitas oportunidades para ganhar mais que três salários-mínimos, quando entrar no mercado de trabalho. Ele não chegará a uma boa faculdade ou sequer ao terceiro grau, pois não terá o mesmo nível educacional da classe média. E não terá acesso a quem dirige as empresas.
Não há política pública específica que o apoie por se destacar. Ele está praticamente só.
Quase não temos políticas que estimulem quem faz a coisa certa. Há muitos projetos para quem entra no desvio: o egresso da prisão, o drogado, aquele que se atrasou na escola. Está certo. Mas, se o cidadão realizou o que a sociedade esperava dele, nada.
A meritocracia é valor importante. De uma forma ou outra, é aplicada em muitas empresas. Na universidade, há poucos programas de incentivo para quem se destaca. Porém, os melhores alunos acabam nos melhores empregos. Os melhores das cidades pobres e pequenas, não.
Dizer que quem faz a coisa certa apenas cumpre com a obrigação é papo- furado. Todo o mundo precisa de reconhecimento, carinho e incentivo pelos gols marcados. Ainda que naturais.
No mundo de hoje, carente de indivíduos honestos e dedicados, repleto de frustrações com a ética, por que não incentivar quem faz a coisa certa?
O jovem de classe média alta que se destaca na escola é premiado pela família ou por cursinhos ávidos em propagandear o índice de sucesso na aprovação em faculdades de grife. Por que não dar bolsa para curso pré-vestibular aos que se destacam nas escolas públicas em regiões carentes? Por que não bancar bolsa completa para a faculdade aos primeiros colocados dessas escolas?
O mesmo ocorre com quem paga impostos. Os sonegadores sempre têm um perdão e um Refis (Programa de Recuperação Fiscal) à disposição. Os que pagam impostos em dia não recebem qualquer desconto. Desconto que seria crescente se continuassem a pagar em dia, tornando-se um investimento do Estado nos bons pagadores.
Mas não. Para eles, só a lei dura e crua. Se atrasarem uma prestação, multa. Se passarem mais dez anos em dia, nada.
O Estado é pai para transgressores e padrasto para quem é correto. E seguimos a lamentar os malfeitos que jorram pelo noticiário.
Não faz sentido. Está na hora de premiar os que se destacam pela virtude. Principalmente os mais pobres.
Mas não. Para eles, só a lei dura e crua. Se atrasarem uma prestação, multa. Se passarem mais dez anos em dia, nada.
O Estado é pai para transgressores e padrasto para quem é correto. E seguimos a lamentar os malfeitos que jorram pelo noticiário.
Não faz sentido. Está na hora de premiar os que se destacam pela virtude. Principalmente os mais pobres.
Chega! de financiar jagunços, que já decidem deste de cedo, pelo não interesse na escola, são os filhos dos lobistas que seguem políticos como se fosse Jesus cristos, pois lá, é onde recebem as benéficas verbas para os estudos dos desertores da escola.
A situação de Alexandria não é trágica por que é cômica, Os donos do município historicamente escolhem quem são os merecedores de ganhar a oportunidade de uma carreira, uma oportunidade de vida, O resto fica a perguntar. Qual a politica do município de ALEXANDRIA para os bons alunos? Aqueles que sofrem todo tipo de incentivo para enveredar nos caminhos da bandidagem, mas não, praceam ali firme no proposito da honestidade, ética, e vontade de servir a comunidade. Qual é o exemplo didático que fica para estes jovens heroicos?.
O discurso dos professores de que estudar é preciso para vencer na vida, há tempos esgotou-se. O mau exemplo está aqui diante dos olhos de quem enxergam. Quem foi contemplado com bolsas de estudos ou ajuda financeira? Quem foi diplomado à custa de nossos impostos, quem são os devedores do povo? que andam em carros glamorosos, graças a profissão adquirida com recursos públicos. Há estas perguntas, o povo de Alexandria não precisa procurar respostas, basta olhar pela janela e comtemplar os absurdos. Mas, se quiserem saber mais façam uma pesquisa nos governos de: Waldemar Veras, Janduí Fernandes, José Bernardo, Ney Moacyr, Alberto Patrício e verás que a escolha dos contemplados foram feitas a dedo, e que, nenhum aluno honesto, dedicado, porém pobres, não tiveram chance, a maioria conheceram o fracasso educacional, não porque fracassaram, mas por que lhe foram fechadas as portas. E para estes sobraram apenas à presença de um prefeito carrancudo, com alguns cadernos de péssima qualidade nas mãos, como se fosse a salvador da pátria “o homem bom” o “Odorico Paraguaçu” ganhando o mérito da santificação, diante de crianças inocentes.
DO BLOG: FJNOBRE.BLOGSPOT.COM
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2 comentários:
o pior é não ter perspectiva de mudança,os prováveis candidatos são meros figurantes vestidos com novo discurso e velhas praticas de mal uso do do dinheiro publico.uma lastima
• É uma pena que em nosso país a classe que elege e reelege este tipo de políticos não tem acesso às informações (Analfabetismo funcional), e não tem consciência do seu poder através do voto e acabam por colaborar com todas estas posturas, isso sem falar que todos nós Brasileiros temos infelizmente já a predisposição genética e cultural voltada pra tirar vantagem quando possível.
Não podemos falar generalizando, mas infelizmente muitos se lá estivessem faria igual aos que estão em exercício.
• Muito bom. Bom mesmo. Está mesmo no DNA. Mesmo porque quem assume esses cargos são os playboys.
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