Ele mostra como a classe política do Rio Grande do Norte continua atrasada em relação ao tema.
Leia-o abaixo:
Muito fácil jogar para outras instância a verdadeira função da unidade federativa do RN. A UERN é um patrimônio do Rio Grande do Norte, logo deve ser estruturada por este.
Uma alternativa viável é que seja viabilizada a autonomia financeira da instituição. Este fato já ocorreu com a USP e UNICAMP na região sudeste e, mais próximo, no Estado da Paraíba com a UEPB, a qual ganhou autonomia financeira no ano de 2005 durante o governo Cássio Cunha Lima através de PL aprovada pela Assembléia Legislativa, concedendo 2% do PIB do Estado para a universidade.
Hoje em dia, a UEPB está atrás apenas das duas universidades paulista no concernete à investimentos em estrutura física e na remuneração de seus funcionários, chegando um professor ter um teto salarial de 16 mil reais.
A repercussão desta autonimia é vista no padrão de qualidade do ensino e na satisfação do funcionalismo que na realiza greve a mais de sete anos.
Johnnatas Mikael Lopes - Mestrando em Saúde Pública (UEPB).
FONTE: blog carlos santos
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A educação de modo geral é um patrimônio de toda sociedade civilizada e ofertada pelo estado, visando atender as necessidades evolutivas de onde ela esta inserida, diante disso, não podemos pensar em uma universidade aplicando recursos visando lucros, o que é possível, é buscar sua autodeterminação e autogoverno. Se a universidade tem sua missão social, é justo que os condicionantes para atender esse objetivo seja definida por ela. É bom lembrar aos leitores que autonomia defendida aqui, prescinde o investimento do estado, e que estes financiamentos sejam reconhecidamente de grande valor e não como verbas despendidas que podem ser suprimidas a qualquer momento.
A autonomia das universidades e um processo em construção, aqui no Rio Grande do Norte é um processo de destruição, o governo já acenou a intenção de federalizar, e enquanto isso não acontece, a UERN funciona precariamente e desaparelhada e ameaçada de redução.
“É O BRAÇO COR DE ROSA QUE JÁ ULTRAPASOU AS FRONTEIRAS DA TERRA DO SAL, SUBMETENDO O POVO POTIGUAR AO MODELO DE GOVERNO MINEIRO”. CENTRALIZAR O PODER, CORTA GASTOS E ENCHER OS COFRES DO PALÁCIO, É PRIORIDADE.









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