Deixem o Tim Maia em paz
E não é que tiraram o velho Tim do sossego! Repare aqui na notícia do UOL.
“ Exumaram o corpinho do cara, aê!,” como me narra agora, naquela prosódia carioca de quem acabou de aplaudir o crepúsculo, o amigo Ernest.
Nunca gostei, mesmo em casos para reparar as maiores injustiças do mundo, dessa onda de arrancar a matéria do chão como se caça um tatu-peba.
Por isso que a cremação é mais justa, como acabaram de fazer com o corpo do Millôr.
Do pó ao pó e estamos conversados.
Como já havia esperneado aqui nesta mesma tribuna, sacanagem maior não há do que essa da Justiça decidir por exumar o corpo do velho Tim.
Sim, Tim Maia, o síndico-mor dos Tristes Trópicos, para um exame de paternidade .
Qualé, arranca o cabelo dos parentes, faz qualquer coisa, belisca primos, beija na boca da vovozinha e colhe a saliva, ousa, morde gente, mas não expõe o que restou do mais genial dos nossos pesos-pesados.
Cadê a polícia que não vê uma coisa dessas?! Desde já em plantão permanente pela intocabilidade do corpinho desse nosso irmão, clamamos, com o seu mantra sagrado: o que eu quero é sossego!
Que descanse em paz o maior cantor brasileiro .
Cliente morto não paga.
Esta lenda “ sebosa-soul”, como diria Jorge du Peixe, o homem à frente da Nação Zumbi, merece a paz de um arrozal zen japonês.
“ Exumaram o corpinho do cara, aê!,” como me narra agora, naquela prosódia carioca de quem acabou de aplaudir o crepúsculo, o amigo Ernest.
Nunca gostei, mesmo em casos para reparar as maiores injustiças do mundo, dessa onda de arrancar a matéria do chão como se caça um tatu-peba.
Por isso que a cremação é mais justa, como acabaram de fazer com o corpo do Millôr.
Do pó ao pó e estamos conversados.
Como já havia esperneado aqui nesta mesma tribuna, sacanagem maior não há do que essa da Justiça decidir por exumar o corpo do velho Tim.
Sim, Tim Maia, o síndico-mor dos Tristes Trópicos, para um exame de paternidade .
Qualé, arranca o cabelo dos parentes, faz qualquer coisa, belisca primos, beija na boca da vovozinha e colhe a saliva, ousa, morde gente, mas não expõe o que restou do mais genial dos nossos pesos-pesados.
Cadê a polícia que não vê uma coisa dessas?! Desde já em plantão permanente pela intocabilidade do corpinho desse nosso irmão, clamamos, com o seu mantra sagrado: o que eu quero é sossego!
Que descanse em paz o maior cantor brasileiro .
Cliente morto não paga.
Esta lenda “ sebosa-soul”, como diria Jorge du Peixe, o homem à frente da Nação Zumbi, merece a paz de um arrozal zen japonês.










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