As denúncias comprovam que o poder executivo consegue deslocar recursos para alguns pagamentos, desde que seja para o que considera prioridade. No caso, o SINPOL demonstra que enquanto a governadora Rosalba Ciarlini se nega a implantar Planos de Cargos de diversas categorias, especialmente dos policiais civis, beneficia os procuradores do Estado (que agora tentam, na Justiça, decretar a ilegalidade da nossa greve).
Demonstramos, com isso, à opinião pública que o argumento de que não podem ultrapassar o limite prudencial em respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal só é utilizado para algumas categorias.
Veja abaixo destaques da documentação que encaminhamos também ao Ministério Público, para apuração das denúncias. Ou acesse este link para obter a documentação completa.
fonte e redação:SINPOL/RN









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