sexta-feira, 10 de junho de 2011

O BRASIL PODE AINDA DAR CERTO

Nos próximos 60 dias, segundo prazo aberto pelo ministro Joaquim Barbosa (STF), a Procuradoria-Geral da República e os réus do chamado “mensalão do PT” irão se pronunciar a respeito da “quadrilha” que se instalou durante a gestão do então presidente Dom Luiz Inácio e corroeu boa parte das arcas do Tesouro.

O chefe dessa quadrilha, segundo autos do processo instaurado, seria o então ministro-chefe da Casa Civil, Zé Dirceu (PT-SP) que comandava mais 39 membros bem articulados. Um deles morreu (ex-deputado federal José Janene) e outro fez acordo e se deu bem (Silvinho Pereira) apesar de ter vendido seu Land Rover. Restam 38.

Zé Dirceu saiu da Casa Civil e teve o mandato de deputado federal cassado pelo plenário da Câmara, mas passou a ganhar dinheiro como “consultor” que parece ter mesmo se tornado a profissão da moda. Prova disso é a multiplicação patrimonial de Palocci que teve de sair também da Casa Civil, mas continuará “trabalhando”.

O fato é que as arcas do Tesouro Nacional continuam a ser corroídas desde sempre, pois o modelo que aí se encontra foi bem instituído em 1808 com a chegada da família real, na entronização de D. João VI cognominado “O Imundo”, no trono tupiniquim de Império que virou galhofa.

Mas deixemos de lado por um instante as ratazanas humanas que pululam entre os três poderes da República derivada do domínio português e coloquemos os olhos no que ora acontece em Roraima. Como se sabe, aquele estado é a menina dos olhos da Coroa Inglesa e foi transformado quase todo em Reserva Indígena sem índios.

O fato é que a elite britânica, cujo principal interlocutor para o Brasil é o príncipe Charles, herdeiro da Cornuália, sabe que as imensas reservas minerais de Roraima têm de ser garantidas a qualquer custo e preço. Eles ficarão com todas elas. A Cornuália, gente, é um condado localizado no sudoeste da Inglaterra.

Pois bem: Roraima está em boa parte debaixo d’água. Isolado no seu acesso rodoviário ao Amazonas, teme agora a possibilidade de ver ruir a ponte que se estende por cima do Rio Branco, no lugar conhecido como Vista Alegre, município de Caracaraí (sul do estado). Na Capital, Boa Vista, vários bairros se encontram alagados.

Esse problema ambiental corrobora a argumentação de renomado grupo de cientistas, entre os quais se encontra Victor Manuel Velasco (geofísico da Universidade do México), que afirma ter nosso planeta sofrido ligeira alteração em sua órbita e o Sol diminuído suas atividades porque o sistema entrou numa mini-era glacial.

Enquanto isso, os extremos da Terra vão aumentando a camada de gelo, como agora acontece no Alaska onde a Geleira Hubbard (a norte de Yakutat) cresce 3,1m por dia! E a imprensa mundial não veicula nada a respeito.

Quando a então candidata presidencial Marina Silva dizia na TV que a Terra estava aquecendo, e que nós deveríamos impedir isso, ela estava redondamente enganada. De nada adiantaria sair no quintal e ficar soprando, contribuindo dessa forma para esfriar algum pedaço de gleba.

O homem não tem como mudar o clima na Terra. Ele pode devastar, queimar matas, assorear rios, matar animais, mas mudar o clima, não! O certo é que a Terra está alterando seu clima porque já está programada para isso e aí é que vem a mudança para o Brasil. Os norte-americanos estão de olho na África e no nosso país.

Apesar de cheias, vulcões e terremotos, acredita-se que nos trópicos a temperatura não vai congelar. Faltará alimento. Bilhões de pessoas morrerão de fome. As ratazanas nacionais ainda não entenderam que terão de estudar e viabilizar saídas para a sobrevivência conjunta. O colapso ambiental deverá salvar o Brasil.
Por Márcio Accioly

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